quinta-feira, 17 de novembro de 2011

NOVO BLOG

ACESSE O BLOG DA GREVE DA USP:

uspemgreve.blogspot.com

HOJE! ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES - 17/11 - 18H

LOCAL: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)
HORÁRIO: 18H

Retirada de todos os processos movidos contra estudantes por motivos políticos!

Fora PM! Pelo fim do convênio da USP com a Secretaria de Segurança Pública.

Liberdade aos presos e nenhuma punição administrativa ou criminal!

Fora Rodas!

Outro projeto de segurança na USP!

Esclarecimento sobre a comunicação do movimento

Devido ao abrupto e repressor fim da ocupação da reitoria, levado a cabo por 400 homens da polícia, GOE, GATE, cavalaria, helicópteros, etc., no último dia 8 de novembro, a comissão de comunicação da ocupação foi dissolvida.

No entanto, membros da antiga comissão, sem a pretensão de representar a totalidade do movimento, continuarão postando moções, notas e o calendário de mobilizações da GREVE GERAL que está instaurada na Universidade de São Paulo, de acordo com deliberação da última assembleia geral.

A comissão de comunicação da greve está se organizando e terá seu próprio endereço de blog, além de contas nas redes sociais e será comandada por membros votados no comando de greve, que tem delegados de todos os cursos paralisados da USP. Informaremos as novidades do setor de comunicação o mais rápidos possível.

domingo, 13 de novembro de 2011

GREVE CRESCE NA USP!

Cursos em greve:

ECA
Audiovisual
Artes Cênicas
Artes Visuais
Educomunicação
Jornalismo
Relações Públicas
Música (paralisação)

FAU
Arquitetura
Design

FFLCH
Ciências Sociais
Filosofia
Geografia
História
Letras

BIOLOGIA

EDUCAÇÃO
Pedagodia

RELAÇÕES INTERNACIONAIS (paralisação)

PSICOLOGIA (paralisação)

Comando de greve

Nesta segunda-feira, 14/11 às 18h, acontecerá no prédio dos cursos de Geografia e História a terceira reunião do Comando de Greve da USP formado por delegados (representantes) eleitos nas assembleias de cursos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

COMANDO DE GREVE HOJE 18h

Hoje, às 18h no prédio dos cursos de História e Geografia, ocorrerá a segunda reunião do Comando de Greve para organizar os próximos passos da mobilização na USP.

Lembrando que somente votam delegados eleitos nas assembleias de cursos em greve. Para cada 20 estudantes presentes na assembleia, 1 delegado pode ser eleito.

ASSEMBLEIA GERAL NO SALÃO NOBRE DA FACULDADE DE DIREITO


ATO CONTRA PM PELO CENTRO DE SP 10/11






quarta-feira, 9 de novembro de 2011

TODOS AO GRANDE ATO AMANHÃ NA SÃO FRANCISCO!


Amanhã, concentração a partir do meio-dia no prédio dos cursos de História e Geografia da Cidade Universitária, de onde sairão os ônibus para o ato. 

Após o ato, no mesmo local a partir das 18h, será realizada uma assembleia geral da USP junto aos funcionários e professores da universidade.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nota pública dos presos políticos da USP

São Paulo, 08 de novembro de 2011 - 14h15

Nós, estudantes da USP, que lutamos contra a polícia na universidade e pela retirada dos processos administrativos contra estudantes e trabalhadores, viemos por meio desta nota pública, denunciar a ação da tropa de choque e da polícia militar na madrugada do dia 8/11.
Numa enorme demosntração de intransigência em meio ao período de negociação e na calada da noite, a reitoria foi responsável pela ação da tropa de choque da PM que militarizou a universidade numa repressao sem precedentes. Num operativo com 400 homens, cavalaria, helicópteros, carros especializados e fechamento do Portão 1 instalou-se um clima de terror, que lembrou os tempos mais sombrios da ditadura militar em nosso pais.
Resistimos e nos obrigaram a entrar em salas escuras, agrediram estudantes, filmaram e fotografaram nossos rostos (homens sem farda nem identificação). Levaram todas as mulheres (24) para uma sala fechada, obrigando-as a sentarem no chão e ficarem rodeadas por policiais homens com cacetetes nas mãos. Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.
A ditadura vive na USP. Tropa de choque, polícia militar, perseguições a estudantes e trabalhadores, demissão de dirigentes sindicais, espionagem contra ativistas e estudantes, repressão através de consultas psiquiátricas aos moradores do CRUSP (moradia estudantil).
Nós, que estamos desde as 5h sob cárcere e controle dos policias, chamamos todos a se manifestarem contra a prisão de 73 estudantes e trabalhadores por lutarem com métodos legitimos por seus direitos.
Responsabilizamos o reitor Joao Grandino Rodas, e toda a sua burocracia acadêmica e o governador do estado de SP Geraldo Alckmin, junto ao seu secretário de seguranca pública, por toda a repressao dessa madrugada. Reafirmamos nossa luta contra a polícia, dentro e fora da universidade, que reprime a população pobre e trabalhadora todos os dias.

Fora PM! Revogação do convênio! Retirada dos processos! Liberdade aos presos políticos!

"Pode me prender, pode me bater, pode até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião! Porque da luta eu não saio não!"

Nota pública dos estudantes da USP

Nesta terça-feira, 08.11, a população assistiu à lamentável cena da tropa de choque invadindo a Universidade de São Paulo. Com a justificativa de manter a ordem, o governador do Estado, Geraldo Alckmin, aliado ao Reitor da USP, João Grandino Rodas, defenderam o uso da força policial contra a pacífica manifestação estudantil no campus.
Longe de produzir cenas de conflito entre estudantes e os homens do choque, a intenção do movimento sempre foi a de negociar suas reivindicações. Apesar da reintegração de posse estar juridicamente autorizada para acontecer a partir das 23h desta segunda feira, 07.11, o uso da força policial poderia e deveria ser evitado mediante um simples comunicado da reitoria de que as negociações estavam em andamento.
Para além do discurso legalista da reitoria e de parte da imprensa, temos consciência de que as forças policiais agem politicamente e que a reintegração de posse foi uma resposta intransigente do Reitor a toda a comunidade universitária, demonstrando que, para ele, o uso da força deve se sobrepor ao diálogo.
Permanecíamos ocupando a reitoria como forma de defender a liberdade de manifestação e acreditávamos que a gestão do atual reitor da USP estava finalmente disposta ao diálogo; o que, diante dos fatos, mostrou-se uma ilusão.
Os estudantes estavam organizados para realizar hoje um amplo ato, a partir das 12h, com o objetivo de exigir a retirada dos processos administrativos e disciplinares contra estudantes e trabalhadores e denunciar que a presença da polícia militar no campus é um instrumento da reitoria para eliminar resistências a seu projeto de universidade.
Os processos administrativos - deve-se salientar - são baseados em um artigo do estatuto da USP, elaborado em 1972 - em plena ditadura militar - que ainda vigora e proíbe atos democráticos de manifestação na Universidade.
A organização estudantil estava preparada para levantar as suas bandeiras de luta em um ato pacífico, realizar debates, panfletagens, e prezar pelo diálogo através da reunião de negociação com representantes da reitoria da USP que está marcada para esta quarta-feira, 9.11.
A reintegração de posse foi o caminho oposto ao que o reitor parecia se propor, e a militarização da USP com 400 homens do choque - uma força desproporcional diante do número de estudantes que estavam ocupando a reitoria nessa madrugada - foi um violento ataque ao direito de lutar, que expressa para toda a sociedade que as liberdades democráticas têm sido tratadas como caso de policia na Universidade de São Paulo.
Nossa luta não é de uma minoria: lutamos pela educação pública como um direito de toda a população e não por uma universidade fechada, militarizada e para poucos. A verdadeira minoria, que é a representante das elites do país, não vai nos calar com a força.
Fazemos um pedido para que os canais de comunicação cessem o massacre público ao movimento: a mobilização na USP é um movimento social que está sendo criminalizado.
 Pedimos solidariedade às entidades estudantis, sindicais, movimentos sociais e de toda a população, para a luta contra a criminalização e pela defesa dos estudantes que foram detidos.

CHOQUE INVADE USP! TODOS À REITORIA AGORA 10H!

a tropa de choque invadiu a usp hoje às 5h da manhã com 400 homens.  além de prenderem 70 estudantes cercaram e jogaram bombas no crusp. a usp está sitiada. os estudantes continuam presos. 
todos à reitoria! 10h. 





segunda-feira, 7 de novembro de 2011

URGENTE!!!! TROPAS DE CHOQUE NA REITORIA OCUPADA ACORDA USP!!!!!!!

URGENTE!!!! TROPAS DE CHOQUE NA REITORIA OCUPADA, ACORDA USP!!!!!!!

ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES - 07/11 - 20H


A reitoria reconheceu a força do movimento de ocupação contra a PM e contra os processos, e decidiu marcar uma nova reunião de negociação, que está se iniciando agora, às 14h30.

Conforme decidido na última plenária (confira comunicado aqui), caso a reitoria se dispusesse a discutir, anteciparíamos nossa assembleia de quarta (09/11) para segunda (07/11).

Portanto, TODOS À ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES, HOJE (SEGUNDA-FEIRA, 07/11), ÀS 20H, EM FRENTE À REITORIA OCUPADA!

- Revogação do convênio USP-PM! Fora PM!
- Fim dos processos e perseguições contra estudantes, professores e funcionários!

Reunião de negociação

A Reitoria convocou uma reunião de negociação hoje, 07/11, às 14h30.

Por isso, a assembleia geral dos estudantes será antecipada para hoje às 20h na frente da reitoria ocupada.

TODOS À REITORIA OCUPADA HOJE!

"Invasora é a polícia, não os estudantes"

Novamente, o cartunista Carlos Latuff, reconhecido internacionalmente por suas ilustrações de caráter político, posiciona-se favorável à ocupação da reitoria da USP. Desta vez, além de outra excelente charge, o cartunista nos envia seu apoio por áudio.

Mensagem de apoio do cartunista Carlos Latuff aos estudantes da USP by carloslatuff


Agradecemos o apoio e seguimos na luta pela derrubada dos processos e pelo fim do convênio PM-USP! Fora PM!

domingo, 6 de novembro de 2011

Moção de apoio à Ocupação da Reitoria da USP na luta pelo FORA PM

Nós, estudantes do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, em greve em solidariedade à luta dos funcionários técnico-administrativos da Universidade por isonomia salarial e contra a repressão pela reitoria, decidimos, em Assembléia Geral de 3/11, pelo apoio incondicional à ocupa...ção da Reitoria da USP como método ra...dicalizado legítimo dos estudantes que se mobilizam na luta pela expulsão da PM do campus.

Moção de repúdio


A Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) repudia a atuação repressora da Polícia Militar de São Paulo (PM) contra os estudantes da Universidade de São Paulo (USP), a maior do país.

A Universidade deve ser um espaço democrático e de debate crítico e jamais de repressão policial. O convênio firmado, recentemente, entre a reitoria e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo para o patrulhamento do campus pela PM tem como finalidade garantir o direito à segurança pública, como direito social e não para uso das forças policias na Cidade Universitária, contra os estudantes.

Nesse sentido, é inadmissível a violência cometida contra os estudantes da USP, quando estes se manifestam por melhores condições da educação. Desse modo, repudiamos qualquer criminalização ao Movimento Estudantil da USP e manifestamos nosso total apoio aos estudantes.

Atenciosamente,

Francisca Pini – franciscapini@yahoo.com.br - Vice-presidente da ABEPSS/SUL II

Cláudia Monica dos Santos – claudia.abepss@gmail.com -     Presidente da ABEPSS

São Paulo, 4 de novembro de 2011.

Moção de apoio

A presença da PM no Campus da USP, contrariamente ao que se apregoa, com apoio da mídia manipuladora e golpista, visa reprimir os movimentos políticos na USP, mais precisamente as reivindicações dos estudantes, dos funcionários e dos profesores. O reitor Rodas e a maioria do Conselho Universitário, ao recusarem debater com a Comunidade Acadêmica as alternativas de segurança para o Campus, impondo a presença de uma organização policial historicamente comprometida com políticas antipopulares, e que assume orgulhosamente sua participação no massacre de Canudos, na repressão da Greve de 1917 e no golpe militar-bonapartista de 1964 , optaram pela truculência ignorante e escancaram suas verdadeiras intenções, isto é o não-dialogo a não-democracia e a repressão. 

As comunidades acadêmicas das Universidades estaduais paulistas exigem que se trate a atual crise na USP democrática e politicamente.

Nenhuma solução de força será tolerada! 

Pela Autonomia universitária e Acadêmica!

Fora a PM da USP e de todas as Universidades do estado de São Paulo!

Antonio Carlos Mazzeo - prof. livre-docente - UNESP

NEGOCIAÇÃO JÁ! TODOS À REITORIA OCUPADA HOJE!

No último sábado, dia 05/11, após audiencia de conciliação entre representantes dos estudantes e da reitoria no Fórum Hely Lopes Meirelles, a justiça adiou a reintegração de posse do prédio ocupado para acontecer hoje, segunda-feira, dia 07/11, a partir das 23h.

Os termos estabelecidos nessa audiência representaram a legitimidade e o fortalecimento do nosso movimento que vem se ampliando cada vez mais.
Além disso, a reitoria se comprometeu a religar a luz, água e internet, que haviam sido cortados, e até o momento não foram reestabelecidos, e que os representantes dos estudantes presentes na audiência não receberão nenhuma punição.

A decisão da justiça, contrária à execução da reintegração de posse, mostra que a intransigência nunca foi de nossa parte, e sim da reitoria, que pediu a reintegração, cortou luz, água e internet do prédio, antes mesmo de realizar negociações.

Seguimos dispostos, como desde o início, a negociar. Exigimos que a reitoria abra negociação já hoje. Conforme a deliberação da assembleia anterior, caso não haja negociação, a próxima assembleia está mantida para dia 09/11, quarta-feira. Porém, caso haja, anteciparemos a assembleia para o dia em que a negociação acontecer. Até lá seguiremos ampliando o movimento por meio de um calendário de lutas.

Hoje, data limite da reintegração de posse, consideramos fundamental a presença de todos os estudantes, professores e funcionários na ocupação para que participem do ato/aulas públicas e apoiem o movimento.



Chamamos a todos os estudantes, funcionários e professores a aderir ao movimento contra o convênio que, sob o pretexto da segurança, institucionaliza uma vigilância e repressão política contra o livre direito de expressão e organização dentro da universidade com o objetivo de implementar o projeto de universidade privatista do reitor João Grandino Rodas! Chamamos a todos para ampliar a mobilização e, sobretudo, participar da ocupação!

Calendário


- 2af: 
panfletagens nos cursos
ato/aulas públicas em frente à reitoria ocupada, a partir das 18h
festa
- 3af:
grande mobilização para passeata, concentração desde às 14h na reitoria ocupada.
- 4af:
Assembleia Geral na Reitoria Ocupada (data pode ser antecipada caso haja negociação)


Reafirmamos nossa pauta:

- Revogação do convênio USP-PM! Fora PM!

- Fim dos processos e perseguições contra estudantes, professores e funcionários!